Um programa da Aliança pelo Impacto

Coalizão Brasileirade Investimento emResiliência Climática

Construímos e orquestramos um ambiente favorável para a mobilização de capital nacional e internacional voltado à Adaptação e Resiliência climática no Brasil — alinhada ao Plano Nacional de Adaptação (PNA) e às metas da COP30.

Roadmap COP30

Co-liderado com o GSG Impact, em parceria com o UNPRI — para mobilização de capital privado em A&R.

4
Setores priorizados
5
Anos de agenda de ação
20&21
Activation Groups
[ Substituir pela imagem/banner da Coalizão ]
Um programa da Aliança pelo Impacto

Coalizão Brasileirade Investimento emResiliência Climática

Construímos e orquestramos um ambiente favorável para a mobilização de capital nacional e internacional voltado à Adaptação e Resiliência climática no Brasil — alinhada ao Plano Nacional de Adaptação (PNA) e às metas da COP30.

Roadmap COP30

Co-liderado com o GSG Impact, em parceria com o UNPRI — para mobilização de capital privado em A&R.

4
Setores priorizados
5
Anos de agenda de ação
20&21
Activation Groups
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01Panorama

A urgência climática é uma agenda econômica.

O Brasil precisa mobilizar capital em escala para responder aos eventos climáticos extremos e proteger setores estratégicos da economia. A Coalizão articula o setor público, o mercado financeiro, o setor privado e especialistas em Adaptação & Resiliência (A&R) em torno de uma agenda comum, conectada ao PNA e ao Plano Clima.

A Adaptação e Resiliência (A&R) ainda é uma agenda emergente nos mercados financeiros. A assimetria de informação, a percepção de risco-retorno e a falta de métricas padronizadas seguram a entrada de capital privado em projetos com retorno socioambiental relevante para territórios e setores vulneráveis.

A Coalizão Brasileira de Investimento em Resiliência Climática nasce como um espaço de diálogo multi-stakeholder — multidisciplinar e orientado a resultados — para transformar essa percepção, qualificar oportunidades bancáveis e apoiar a criação de veículos financeiros aderentes a diferentes perfis de risco e retorno.

Como um programa da Aliança pelo Impacto, a Coalizão integra a estratégia nacional de mobilização de capital para o impacto, somando-se à atuação em advocacy, conhecimento e comunicação que a Aliança desenvolve desde 2014.

Em síntese

  • Capital nacional e internacional mobilizado para A&R no Brasil
  • Alinhamento com o Plano Nacional de Adaptação (PNA) e o Plano Clima
  • Conexão com a Agenda de Ação de 5 anos da COP30
  • Padronização de métricas e redução de assimetrias de informação
  • Apoio à BIP — Brazil Investment Platform — e a iniciativas do PNA
02Jornada

COP30 Roadmap for Private Capital Mobilisation.

A Coalizão é parte do roadmap global co-liderado com o GSG Impact em parceria com o UNPRI — uma agenda de cinco anos para destravar capital privado em economias emergentes, com foco em adaptação e resiliência climática.

01
Diagnóstico

Mapeamento das barreiras

Identificação das principais barreiras à mobilização de capital privado para A&R no Brasil junto a investidores, setor público e especialistas.

02
Articulação

Coalizão lançada

Constituição da governança multi-stakeholder e definição da agenda inicial de diálogo, com foco em assimetria de informação e percepção de risco-retorno.

03
Ação

Sessões de diálogo

Encontros temáticos por setor priorizado, conectados ao PNA, ao Plano Clima e à BIP — Brazil Investment Platform.

04
COP30 e além

Agenda 5 anos

Participação nos Activation Groups 20&21 e desdobramento da Agenda de Ação pós-COP30 em veículos financeiros e plataformas de investimento.

03Barreiras

O que ainda segura o capital privado em A&R.

Endereçamos seis barreiras centrais — identificadas no diagnóstico que originou a Coalizão — para destravar investimento em adaptação e resiliência climática no Brasil.

01

Assimetria de informação

Falta de dados, métricas e cases bem qualificados sobre oportunidades de A&R que atendam à análise de risco do mercado financeiro.

02

Percepção de risco-retorno

Investimentos em adaptação são percebidos como incertos e de retorno difuso, dificultando sua qualificação para análise de risco e avaliação econômica.

03

Previsibilidade regulatória

Ambiente normativo ainda em construção, com pouca padronização de métricas, taxonomias e marcos para A&R.

04

Pipeline bancável

Escassez de agregadores de oportunidades e plataformas que estruturem projetos de A&R em escala investível.

05

Veículos financeiros

Poucos instrumentos desenhados para diferentes perfis de risco-retorno em adaptação, com mecanismos de blended finance ainda incipientes.

06

Diálogo público-privado

Ausência de fóruns contínuos que aproximem governo, mercado de capitais, setor privado e especialistas em adaptação climática.

04Objetivo

Mobilizar capital para Adaptação e Resiliência climática no Brasil.

Construir e orquestrar um ambiente favorável para mobilização de capital nacional e internacional voltado à A&R no Brasil, alinhando-se ao Plano Nacional de Adaptação (PNA) e às metas da COP30 em setores de grande impacto socioeconômico.
1

Reduzir a assimetria de informação

Promover o diálogo contínuo entre setor público, mercado de capitais, setor privado e especialistas para alinhar percepções de risco e retorno em A&R.

2

Promover previsibilidade regulatória

Padronizar métricas e qualificar resultados de adaptação e resiliência para análise de risco e avaliação econômica — hoje percebidos como incertos.

3

Colaborar com plataformas e agregadores

Apoiar o governo na promoção de agregadores de oportunidades bancáveis e plataformas digitais como a BIP — Brazil Investment Platform e iniciativas investíveis do PNA.

4

Apoiar novos veículos financeiros

Apoiar a criação e implementação de veículos de financiamento que atendam a diferentes perfis de risco-retorno em adaptação e resiliência climática.

05Liderança e Governança

MVP de governança multi-stakeholder.

A Coalizão adota um modelo enxuto de governança — orientado a entregas — articulando lideranças do mercado financeiro, do setor público, do setor privado e da rede de especialistas em A&R.

Liderança

Co-liderança Aliança × GSG Impact

Direção estratégica conjunta da Aliança pelo Impacto com o GSG Impact, em parceria com o UNPRI no escopo internacional da agenda COP30.

Comitê executivo

Secretariado da Coalizão

Estrutura operacional responsável pela condução das sessões de diálogo, da agenda temática e da articulação entre os stakeholders convidados.

  • Agenda de sessões de diálogo
  • Curadoria de pautas e participantes
  • Conteúdos e materiais de apoio
Conselho consultivo

Liderança setorial

Conselho composto por representantes-chave de cada um dos públicos da Coalizão, com mandato de orientar prioridades, validar entregas e ampliar o alcance da agenda.

  • Setor público federal e subnacional
  • Mercado financeiro e de capitais
  • Setor empresarial e especialistas A&R
06Stakeholders

Quem está na mesa.

A Coalizão articula quatro grupos de stakeholders, conectando atores com diferentes papéis na mobilização de capital para A&R no Brasil.

A&R

Especialistas em Adaptação e Resiliência Climática

Pesquisadores, institutos e organizações com conhecimento técnico aplicado em adaptação climática e estudos de impacto setorial.

SP

Setor Público Federal e entes subnacionais

Ministérios, secretarias e órgãos responsáveis pela implementação do PNA, do Plano Clima e da BIP — Brazil Investment Platform.

MF

Mercado Financeiro

Bancos, gestores de ativos, investidores institucionais e DFIs interessados em estruturar capital para adaptação e resiliência.

SE

Setor Empresarial

Empresas com exposição direta aos riscos climáticos e protagonismo na implementação de soluções de A&R em suas cadeias.

07Setores priorizados

Quatro setores de grande impacto socioeconômico.

A atuação da Coalizão é organizada em torno de quatro frentes setoriais, escolhidas pela centralidade econômica e pela urgência da agenda de adaptação no Brasil.

Setor 01
[ Imagem — Agricultura
(lavouras, pequenos produtores) ]

Agricultura

Adaptação de sistemas produtivos e cadeias agropecuárias aos eventos climáticos extremos — secas, ondas de calor e mudanças no regime de chuvas.

Setor 02
[ Imagem — Infraestrutura
(transporte, energia, logística) ]

Infraestrutura

Investimentos em infraestrutura resiliente — energia, mobilidade, logística — com critérios de adaptação incorporados desde a concepção.

Setor 03
[ Imagem — Recursos Hídricos
(bacias, saneamento, abastecimento) ]

Recursos Hídricos

Gestão integrada de bacias, saneamento e segurança hídrica em territórios sob estresse climático e demográfico crescente.

Setor 04
[ Imagem — Territórios Resilientes
(cidades, comunidades) ]

Territórios Resilientes

Cidades, comunidades e territórios vulneráveis — incluindo respostas a eventos como o desastre climático do Rio Grande do Sul em 2024.

08Framework e formato

Sessões de diálogo multi-stakeholder.

A Coalizão se reúne em sessões temáticas focadas nas barreiras e caminhos identificados — começando pela redução da assimetria de informação e da percepção de risco-retorno.

Sessão 01 — Foco inicial

A primeira sessão é dedicada à redução da assimetria de informação e da percepção de risco-retorno em investimentos voltados a Adaptação e Resiliência.

Cada ciclo é construído em torno de uma pergunta de mercado, alimentado por estudos da rede de conhecimento e fechado com entregas claras: notas técnicas, recomendações ou pilotos de instrumentos financeiros.

Como funciona uma sessão

1
Curadoria

Definição da pauta, dos stakeholders convidados e dos materiais de apoio.

2
Diálogo

Encontro multi-stakeholder com regras claras de Chatham House e foco em entregas.

3
Síntese

Memória do encontro, recomendações e desdobramentos publicados no repositório da Coalizão.

09Alinhamento COP30

Conectada à Agenda de Ação de 5 anos.

A Coalizão participa dos Activation Groups 20&21 e contribui com a Agenda de Ação de 5 anos lançada na COP30 — articulando o ecossistema brasileiro de impacto à agenda global de Adaptação e Resiliência.

COP30 · BELÉM · BRASIL

Brasil no centro da agenda global de A&R.

A Coalizão é a contribuição brasileira ao COP30 Roadmap for Private Capital Mobilisation — uma agenda de cinco anos para destravar capital privado em economias emergentes, com foco em adaptação e resiliência climática.

AG 20
Mobilização de capital privado para adaptação
AG 21
Instrumentos financeiros e plataformas de pipeline
PNA
Plano Nacional de Adaptação — alinhamento setorial
BIP
Brazil Investment Platform — pipeline investível
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imagem-chave da Aliança

Faça parte da Coalizão.

Se você representa o setor público, o mercado financeiro, o setor empresarial ou é especialista em Adaptação e Resiliência Climática — temos um lugar para você nessa mesa.

Escreva para [email protected]